quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

I DONT CARE

How many times have we said "I dont care"?
Life doesnt go the way we want and the first step we take is getting angry at it.
Grow up Thiago! There are lots of things you can hold on to, such as family, friends, goals, God and yourself.
Werent you the one who has been struggling your entire life? Havent you learned some things?
Life aint easy, heart isnt fair, the road is not always clear, but beauty is there.

Let people hate you, but make them hate you for the good you carry inside of you.



sábado, 10 de março de 2012

O LADO BOM DOS PROBLEMAS...

Quando temos um problema não há como enxergarmos outras coisas.
Um problema tem a habilidade de nos cegar, de nos deixar completamente paralisados mesmo quando temos tantas outras possibilidades de alcançarmos a plena ou quase plena felicidade.
Há pessoas que não acreditam em estado de felicidade, e me pergunto o que as levaram à essa conclusão. Então, eu me lembro de que eu já acreditei na impossibilidade de felicidade, eu até tinha essa teoria que nunca tudo estaria bom, que sempre haveria uma área de minha vida que precisaria de consertos, e que o estresse seria algo constante.
Grande a minha ignorância e daqueles que pensam como eu pensava, pois são nessas horas de dificuldades e de indecisões que mais temos força.
Quando estamos nesse desespero por uma solução é quando deveríamos deixar toda a angústia se transformar em força e vontade de mudar.
É preciso querer transformar um problema em solução, pois um problema não é nada mais do que um período onde as coisas não estão boas e mudanças precisam ser feitas.
O bem mais precioso que temos é o de poder tomar decisões e agir da forma que nosso coração nos direciona. Particularmente eu prefiro seguir o meu cérebro.
A razão mostra as chances de uma decisão dar errado, ela nos ensina a ter estratégias e ter outras saídas em mão.

Texto meio confuso, exatamente o reflexo de quem o escreve. Meu professor de português da faculdade ia adorar puxar minha orelha nesse momento.
É o que tem para hoje.

Perhaps, I should have written it in English, it would flow better!


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

EU NÃO ESTAVA PRONTO.

Um dia apenas e eu recebi a mesma mensagem de pessoas diferentes.
James Van Praagh foi o primeiro, escritor e coprodutor da série Ghost Whisperer, que eu assisti inteira em menos de dois meses, e que já estou no segundo livro agora. E a outra foi de Nick Vujicic, um homem que nasceu com o corpo deformado, não tem pernas e nem braços.
Nick começa seu vídeo de divulgação com a frase "I wasn't ready" e Praagh cita diversas vezes a necessidade de estarmos prontos para acontecimentos novos.
Tenho visto o vídeo de Vujicic algumas vezes já, que por sinal é bem auto ajuda, mas tem uma essência tão verdadeira que me arrepia. Ele não é nenhum demagogo jogando palavras que queremos ouvir. O cara é um exemplo vivo de superação e aprendizado.
Em um dos capítulos Praagh começa com a seguinte citação: "Conduza a vida com as próprias mãos, e o que acontece? Uma coisa terrível: ninguém para culpar." Erica Jong.
Acredito que estou começando a entender o que ambos querem dizer.
Eu não preciso fazer tudo apenas quando estiver preparado, pronto, mas sim tendo a vontade e o pensamento correto para seguir em frente. Ao mesmo tempo, se eu me dispor a fazer algo no momento que não me sinto capacitado, o tombo, a derrota será quase certa.
Tenho me perdido no caminho algumas vezes. Tenho deixado a vida me levar. Sou contra a vida me levar. Sou contra a naturalidade de tudo. Há horas que tenho que mudar o curso natural das coisas e manter em mente que posso ser o culpado por um grande erro. Mas não terei mais ninguém para culpar.


Ao som de Kris Allen
James Van Praagh - Assuntos Pendentes.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

TRABALHO.

É fantástico como o trabalho tem forte influência sobre a vida de alguém, seja ela a profissional ou a pessoal. Mas parando um pouco para analisar, é mais que lógico. É investido na maior parte das vezes, mais tempo no trabalho do que nos estudos, com a família, ou diversão. E isso vai refletir diariamente, fora do horário comercial, e sem direito à hora extra.
Ontem era um dia propício para dançar. Beber o suficiente para ficar um pouco "alegre" e se entregar à música. Isso não aconteceu.
Fiquei mesmo ao bom som em casa, e uma bebida básica para que eu pudesse ter um sono pesado. Deu certo, dormi rapidamente, sem acordar no meio da noite e levantando apenas ao som do despertador. Engraçado foi o que eu sonhei durante a noite.
Tantas coisas que estavam em minha mente, tantas emoções recentes ainda fazendo efeito sobre o meu corpo, que parecia estar dormente ainda não foram o suficiente para que eu deixasse de sonhar com o trabalho.
Foi um sonho real. Cansativo.
Tão cansativo que já quero ir embora do trabalho hoje.


domingo, 5 de dezembro de 2010

ENTÃO É NATAL.

É. Chegou dezembro e o natal está próximo.
Agora eu paro e fico me pergunto a razão de tanta animação, festas e ceias em uma data que por muitos não é a real do nascimento de Jesus. E os que não são cristãos? Não entendo como um feriado tem que ser obrigado na nossa cultura.
O pior de tudo é ver as lojas decoradas com neve artificial. ALÔ retardados, aqui não neva. Parem de imitar a cultura das regiões que neva. Seria melhor fazer solzinhos e pessoas alegres, e não um clima frio e triste.
Por falar em triste, li certa vez que tristeza é contra a vontade de Deus. Algo que não devemos permitir que aconteça conosco. Legal! Me dá a receita de como se faz isso? Apreciarei.
Bom, deixemos a tristeza e o natal de lado e falemos de "vida nova", não é isso que nos dizem quando estamos tristes? Fala sério! A vida não pode ser nova, o que podemos fazer é escolher um novo rumo, nova meta, uma nova cagada, burrice, ou continuar na vida que parece não estar satisfazendo de verdade.
O que é satisfação ou felicidade? Dizem que é um estado mental, algo que acontece de momento em momento. Outros falam que é o valor que cada um carrega. Algo pessoal e que não podemos interferir. Ou seja, para um é uma coisa, para outro é outra coisa totalmente oposta. Difícil não?
Pois é, a vida é complicada ou nós que a complicamos? Se eu complico é totalmente inconscientemente. E tentar mudar isso dói, demora e nem sempre dá certo.
Será que o filho da puta do papai noel vai me dar algum presente decente esse ano? Se não der, espero que o saco fure e que todos os presentes caiam no mar vermelho!

Ouvindo: Parachute - Cheryl Cole

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

DORMI, DORMI...

Eu estava em num lugar novo, cheio de flores, animais, água cristalina e anjos voando sorrindo para mim.
Uma visão que eu jamais experimentará na minha vida. Nem mesmo ao assistir filmes com imagens parecidas e naqueles telões que nos fazem sentir como se aquilo fosse vida real.
Como eu poderia desejar acordar e perder um sonho que obviamente irá terminar? Um sonho que trazia meus ursos Frango e Brócolis. Nem lembro ao certo se esses eram seus nomes, e nem mesmo quando ganhei ou comprei, mas lembro que era um leão e um elefante. Eles eram engraçados e fizeram parte de um período bom da minha vida.
Era uma época onde tudo ainda parecia conto de fadas. As pessoas erravam, e melhoravam. Elas podiam ter uma segunda, e quem sabe até uma terceira chance.
Os dias eram curtos ao comparar com a intensidade dos sentimentos e ocorridos. Nada acabava rápido. Os dias passavam e a vontade de viver mais e mais ia aumentando.
Cadê o Frango e o Brócolis? Onde foi parar aquela inocência e desejo de que tudo fosse um conto?

terça-feira, 27 de abril de 2010

SONHEI QUE ESCREVIA...

Tive um sonho estranho à noite passada e nesse sonho eu escrevia as histórias que haviam me marcado com mais intensidade.
O relevante desse sonho é que eu podia mudar algumas das coisas que eu tinha feito, mas sempre tinham o mesmo final.
Bom, pelo menos eu não teria usado uma camiseta laranja com calça branca em um domingo de manhã quando me chamaram para falar sobre o projeto de aulas de inglês, e ainda por cima eu estava de chinelos. :/
Nunca teria ido em certos eventos que me entediaram ao ponto de me dar dor de cabeça e ânsia. Eu não teria deixado de conhecer ninguém que conheci ou que fez parte da minha vida. Isso não quer dizer que só tenha tido experiências boas e agradáveis, mas sim que pude tirar algum ponto positivo em cada uma das situações que passei.
Acreditar que há bem onde há treva parece missão impossível, porém, ainda continuo crente nessa teoria.

Frase do dia: "Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim." Chico Xavier

Ao som de Mariah Carey e Whitney Houston - When you believe

segunda-feira, 29 de março de 2010

PRIORIDADES

Quanto menos coisas temos para fazer, menos tempo nos sobra para cumprir com todas as tarefas.
Escrever continua um hobby. Piro, relato, filosofo, brinco e desabafo.
Agora eles estão mais no papel do que no blog. Uma pena, já que não é todo dia que recebo elogios sem nexo sobre eles.
Vindo para casa foi invonlutário o pensamento, "estou preocupado em ser feliz". Quantas vezes essa foi minha prioridade? Como cheguei até esse ponto?
Sensações novas, novos desafios, novas possibilidades e novos finais. Essa mistura é como droga para meu organismo. Algo viciante que por ter se mostrado bom e desafiador me leva ao desejo de consumo total.
Dias atrás pirava sobre Avatar e a teoria dos porquês o filme se tornou essa febre, passei horas em teorias que no final tinha que servir como metáfora para minhas afirmações de sempre.
Ouvindo uma canção que falava sobre "viciado", não podia deixar de relacionar ao que acredito.
Por todos os lados vejo a confirmação do que creio ser o certo, sendo também o melhor.
E o melhor de tudo isso é poder olhar para trás e ver os grandes erros cometidos, sendo a grande comemoração de hoje. Como saber o prazer disso sem ao menos ter passado por algo parecido?
Como comparar o "perfeição" do dom recebido, sem lembrar das "desgraças" que intercedeu meus caminhos?
Palavras fortes para descrever sentimentos fortes. Nada mais justo!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

ENSINAMENTOS

Tudo é uma lição - dizem os sábios. Logo, todos somos professores. Certo?
Quero pegar todas as lições que aprendi e repassar para as pessoas que acredito precisarem para que se tornem pessoas melhores. Posso?
Farei um questionário com 100 perguntas sobre cada apostila utilizada nas aulas. Seriam aprovados?
Algumas aulas de reforço podem ser utilizadas com o propósito de aprenderem mesmo. Alguns são mais lerdos né?

Sábios são sábios por saberem que nada sabem.
Ignorantes são ignorantes por não aceitarem que estão errados.
E eu, sei que nada sei, que muito terei que aceitar e que a mudança vai fazendo parte dao processo.


P.S: Já estava com saudade do blog.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

NÃO DÁ PARA CORRER

Correr de quem sou não há como!
Ter a certeza de que muitos insistem em ser o que pensam ser, mas na verdade vejo outra pessoa por dentro. Para quê?
Para quê meu Deus?
Limpando meu quarto encontrei um papel de uma máquina que brinquei no ano passado ou no início desse, não me lembro. Bem, esse papel descreve um pouco da minha personalidade e ao ler novamente dei muita risada.
"Artista de circo, escritor, psicólogo, balconista de bar..." Essas seriam as profissões afinidas para mim. Perfeito!
Artista de circo se encaixa exatamente com o texto que escrevi, "Vida de palhaço". Escritor vai perfeito com as minhas inspirações, que provavelmente devem estar ligadas à minha mania de conversar com todos os "losers" de bares e a de ouvir todos os problemáticos que fazem terapia. Incluindo eu.
Tentar seguir as outras apenas piorou meu estado de espírito. "Político, químico, ator, detetive, inventor." Me abdicarei da vontade de descrever as razões pelas quais isso me desanimou ainda mais.
Mais uma chance agora, fui ler o outro papel que falava da minha vida passada. "Uma pessoa solitária, emitão, monge, prisioneiro, viajante ou escravo".

Boa noite!

LÓGICA???

Seja lida, ou falada!
Lógica?
Como buscar as coisas pelo óbvio?
Me parece, logo me apetece!
Fácil dizer!
Coração um rebuliço
Normal!
Planos que tenho
Não troco, não penso.
Tudo que não tenho
Busco!
Minha estrada não está clara
Mesmo assim nem penso em seguir outro caminho.
Braço a torcer?
Pra quê?
Meus planos, meus planos
apenas no que penso!

Ao som de Whitney Houston
Texto com outros olhos. Piração do "escritor".

VIDA DE PALHAÇO

A vida é um circo e os "humanos" um bando de "palhaços".
Cada ser é um "Bozo" e atua sozinho na maior parte de suas vidas. Há duplas também, Atchin e Espirro, Carequinha e Arrelia... mas que logo se separam pela falta de "afinidades".
Acordo e, querendo ou não, tendo tido uma boa noite ou não, a maquiagem precisa ser colocada no rosto, o nariz vermelho entra em ação e o rumo ao circo deve ser feito.
Oh vida feliz ao estar no circo atuando e divertindo os outros, pena que o expediente acaba e preciso voltar ao mundo ordinário que é a minha mente vázia. Posso manter a cara pintada por mais tempo que o necessário, mas o "banho" vem mesmo que eu não me dirija ao "chuveiro". Uma "chuva" me pega de surpresa, sem ao menos fechar o tempo em sinal de aviso.
É bom ver a vida por outros ângulos, dessa forma descubro o quão eficiente tenho sido na minha tarefa como "humorista". Além das novas expereriências, que muitas vezes serão parecidas com as anteriores, ainda poderei ver as dezenas de pessoas que acreditarão na falsa alegria desse "palhaço" -palhaço.
Lendo a parte acima, aparento uma tristeza nas palavras. Bem, esse não seria o termo correto. A palavra melhor utilizada seria "cansaço crônico". Mal do século, pode pesquisar!
Enxurrada de informações devem ser absorvidas diariamente, e uma percentagem muita alta é dada de forma errada. Somo as outras dezenas de fatores negativos inevitáveis que ocorrem para ajudar nessa conta de alegrias- tristezas- preocupações-divertimentos-metas-vida-família-amigos-estudos-saúde-passado-presente-futuro...

é, como eu sinto falta da fórmula de báscara!



Ao som da chuva.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

ANOTHER SONG

Em 15/05/2009 eu escrevia essa música ao atravessar a rua em uma tarde qualquer. Estava salva em rascunhos e se não postasse hoje sei que cairia no esquecimento. Sem inspiração para escrever, ela diz tudo!

I've been through this before
I know the end, it's been the same
What if now it changes?

How will I do things I want to do?
How can I walk without feeling my feet?
Where is the path?
Has it been here?
I guess once again
it was another dream

I am blind
I know
I am deaf
Speak louder
I can't feel it
Burn me!
Burn me!
Now!

Dontt have pity on me!
Don't look at me that way!
I 've chosen this pain
I've heard that saying

Don't relieve
Not again
Not again

DE VERDADE AGORA

Novela mexicana, seriado ou apenas a minha vida de sempre?
Amanhã o "bicho vai pegar" e é para valer.
Retorno das aulas, novos treinamentos, planejamentos que precisam ser terminados e colocados em prática, e a cabeça como está?
Um pouco distante para ser sincero. Queria usar o lado racional agora no mode: total. Assim o coração deixava de falar tão alto. Na verdade ele está gritando.
Lembrei de algo que me foi dito meses atrás sobre "mentir para sí mesmo" para evitar o sofrimento. Que bom que seria se eu conseguisse essa façanha, mas sei que o resultado disso seria apenas evitar o inevitável. E além do mais, eu não gosto de estar no poder total da minha mente e emoções. Fala sério, qual a graça de saber que tudo se resolve com o fato de apenas sentar, refletir e tomar decisões?
Não sou nada fã de Amélie Poulain, mas não há como não citar essa cena do filme onde ela imagina quantas pessoas estariam transando naquele momento, e então há uma sequência de cenas de pessoas na cidade transando. O que eu quero dizer com isso? Simples, se eu pudesse ter uma sequência de pessoas que se encontram no estado que estou nesse momento, acredito que seria uma quantidade maior da que eu ingenuamente poderia citar.
Estou ouvindo o vídeo da música que fiz ontem e pelo menos chego à conclusão de que meu estado de espírito atual serve para proporcionar inspiração. Desafinado, mas com uma ótima melodia e letra razoável levando em consideração que foi primeira gravação sem ensaios e correções. rs

"Não dá para negar... não dá para dizer que não há... ilusão? acho que não, não!


Ao som de: eu mesmo, hahha

domingo, 3 de janeiro de 2010

PREMATURO

Escrever sobre algo diferente seria fingir uma vontade latente.
Após 4 caipirinhas minha mente funciona como se estivesse em sua forma normal, o que na verdade não é algo normal mesmo. rs
4:29 da manhã e só consigo pensar na rapidez que algumas coisas ocorrem, e que rapidez não pode ser sinônimo de saudável.
Partindo desse pensamento, eu perguntei para minha amiga quase médica, se todos os prematuros tinham problemas de saúde. Só me lembrava de prematuros com alguma deficiência. Ela me garantiu que não é uma regra.
Motivo de alegria? Ainda não há como responder.
O que sei é que no meio da noite ao dançar, olhei os aparelhos que o DJ usava, e me lembrei de um comentário feito durante um filme que eu assistia. Comentário sobre o modelo do aparelho.
Bom, a surpresa foi nula, já que essa lembrança me remeteu à um pensamento que já estava ativo ao longo da noite.
Nessas horas eu descubro o significado de esperança. Um sentimento maior do que a dor, um sentimento de que o que o nosso coração deseja vai receber.
Não foi bem essa noite, mas talvez o que eu achava que era prematuro, possa ainda não ter nascido.

Ao som de: Nothing else matters - Mettalica

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

NOVAMENTE

Faz tanto tempo que não escrevo da forma que sinto vontade de escrever hoje, que acho que não sairá do jeito que pretendo, mas pelo menos o sentimento de hoje fica registrado mais uma vez aqui.

Pela terceira vez inicio o texto sem saber onde quero chegar, e isso é um mal sinal. A verdade é que mesmo com a evolução que considero que tive ao longo do ano passado, haverá algo que não poderei mudar tão cedo, a mania de tentar entender tudo o que me acontece para ver se algo poderia ter sido feito de forma diferente e qual seria o resultado. O sentimento pós acontecimento está sendo mais maduro do que eu esperava e isso deixa a balança equilibrada já que meu pensamento ainda persiste em analisar detalhes, conversas e oportunidades perdidas ou usadas da forma errada.
Comforto-me com a idéia de que faço isso na busca de não cometer os mesmos erros, e continuar o tão esperado processo de evolução.
Como posso medir a evolução? Eis que surge outra indagação!
Bom, fiquei feliz com essa pergunta que surgiu na minha cabeça ao escrever o texto, pois a resposta veio clara e sem esforço em procurá-la.
Posso dizer que fui uma pessoa diferente do que eu seria há meses atrás em diversos momentos. Deixei um velho jeito de ser de lado e encarei uma nova armadura, que foi colocada em teste e saiu sem muitos arranhões.
Feriadas antigas foram cutucadas, traumas acordados e a fé colocada em prática. E cá estou, são e recuperado.
A trilha em que eu caminho não foi escolhida, ela simplesmente existe e terá que ser trilhada sem olhar para trás.
Termino o texto na certeza de que esse sentimento que toma conta agora só pode ser definido como satisfação. Sim, satisfação por ter passado por algo novo, assustador, prazeroso, e ainda assim tive a chance de controlar meu nível 10 de receio.
Seria isso pelo fato de eu ter 27 anos como todos falam? Sou mais maduro do que os que me cercam?
Essas são perguntas que deverão ser respondidas depois de mais uma dose de reflexão.


Ouvindo pela 10ª vez: Pink Floyd- Wish you were here

http://www.youtube.com/watch?v=xPm4GH3UUC8&feature=related

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

RETROSPECTIVA 2009

Descrever quais decisões da minha vida foram mais importantes, que pessoas fizeram mais diferenças, que momentos mais alegres ainda estão aquecendo meu coração, essa é a intenção do meu último texto do ano.

Com certeza todos os anos de minha vida foram importantes, cheio de coisas novas e momentos que acho que serão inesquecíveis. A verdade é que 2009 foi um ano tão agitado que nem consigo lembrar da ordem dos fatores, até mesmo aqueles que foram marcantes.
Um ano que tive que mentir para mim mesmo durante centenas de vezes. Um ano que me escondi de mim mesmo. Um ano em que me fechei com medo de ser quebrado novamente. Um ano onde toda a força interior e exterior foi testada.
Nesse ano eu conheci a dor real de perder um amigo para sempre. Uma dor que ainda não está clara para mim, a ficha ainda não caiu. Saber que nunca mais poderei cantar as músicas desafinado com ele, nem falar de Deus e os propósitos Dele para nossas vidas é sufocante.
Uma vida tão cheia de planos e energia foi levada e eu não consigo ententer bem como tudo aconteceu.
Clifford se foi. Meu dog que tanto aprontou e foi tópico de alguns textos no blog, onde pude expressar o quanto um animalzinho pode representar na vida de alguém.
Novas amizades foram conquistadas e fortalecidas com o passar do ano. Algumas amizades antigas criaram alicerces tão fortes que quase materializaram-se em coisas palpáveis.
Os relacionamentos do ano me fizeram evoluir bastante também.
Teve aquele que foi pertubador por fatores externos, mas ao mesmo tempo foi saudável e com muitos lados positivos.
Conheci o "amor" à primeira vista. Aquele criado com uma rapidez assustadora, rodeado de risadas, canções e que hoje é uma amizade que prezo muito.
O mais intenso foi inesperado, negado e surpreendente. Não há como deixar de mencionar que foi engraçado. Cheio de novas descobertas e eu posso garantir que foi a prova de que existe sim a possibilidade de duas pessoas se gostarem e compartilharem vidas diferentes com muita felicidade.
Minha paciência foi testada ao longo desse ano quase que incansavelmente. Comerciantes grossos, alguns clientes um tanto quanto irritantes, e claro, não posso esquecer dos terceiros, aqueles que não foram parte de minha vida, mas interferiram de alguma forma. Seja um final de semana onde passamos juntos com amigos, ou até mesmo aquele que ainda persistem em perder o tempo em algum lugar me observando.
Meu aniversário foi o mais perfeito que me lembro. Um lugar agradável, pessoas escolhidas a dedo e o sentimento de que sou amado por pessoas especiais.
As mulheres da minha vida fizeram com que esse ano fosse provado que a amizade e o amor verdadeiro entre os amigos existe de forma espetacular. Sem sombra de dúvidas sou sortudo no quesito mãe. E ainda por cima ganhei mais duas, dona Vera foi mais que amiga ao longo desses anos e hoje dizer que ela "foi" parte da minha vida seria ingratidão e desrespeito ao amor que ela demonstra por mim. No trabalho ganhei a amizade da Arlete e seu marido, que sempre estão presentes nos eventos que convido e fazem questão de dizer que sou um filhão para eles.
Quebra de paradigmas foi o nosso lema. Tati foi presentão do ano. Uma amizade inesperada e que hoje se tornou indispensável.
Jean e Guto foram dois irmãos que me alegraram e deram boas risadas comigo em diversos encontros que guardarei no meu coração.
Meu amigo cantor César Camargo conquistou aos meus amigos e a mim com sua voz e sua bondade.
Paula, Rena, Julie, Flávia e Elis continuam no topo das minhas musas. Umas eu tive mais contato e outras o amor aumenta pela distância e pela prova de que nossa ligação é mais forte do que apenas resultado por um contato diário.
Thayz se tornou mesmo uma irmã. Aquele que eu me revolto, falo mal, brigo e tenho vontade de bater algumas vezes, mas as ligações para ela em busca de saber se estava bem ou se chegaria tarde são incontáveis.
Stella, Marmota e Sean foram resultado de uma tarde inesquecível. E viva a Juliana Brandini. Hehehe
Renato e Paulo marcam o natal de 2009 com muita risada e dezenas de situações. Pena que não posso colocar um emoticon do Paulo balançando os braços. hahaha

Viva ao meu blog que teve seus meses com minha presença quase que diária.
Viva aos almoços e jantares com amigos que amo.
Vivas aos malabalares e o tamborzinho.
Viva ao MON, james, wonka, cachorro quente vegetariano...
Viva as minhas cartas de mandalas.

Termino o ano com a certeza que evoluí em todos os sentidos. Meu espírito está em um nível onde a fé nas coisas que acredito basta por diversas vezes para me manter firme no caminho que trilho. Meu corpo está mais forte e as crises de gastrite e as gripes constantes diminuiram esse ano. Minha mente vai em direções que há meses iria em sentido contrário ao de hoje.
Os astros garantem que 2010 será o ano ótimo em todos os lados para o libriano, e o que eu acho? Bom, na verdade não precisava ler isso nas revistas, eu já tenho essa confirmação em meu coração.

Adeus 2009.
Que o que foi terminado fique no passado.
Que o que ainda existe continuidade seja abençoado.
Que as experiências sejam lembradas para crescimento pessoal.
E que o Thiago desse ano, seja um Thiago melhor em 2010.

Ao som de Rosa de Saron

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

REFLETIR

Olá amigo blog,

Poucas horas para o Natal e poucos dias para o início de um ano que já está sendo lacrado com a etique de amor, felicidade, sucesso, amizade, diversão e muitas coisas boas.
Já não sei se minha inspiração para escrever estará mais aguçada no próximo ano, mas com certeza já sinto mudanças na minha forma de pensar e isso vai refletir no que escreverei de hoje em diante.
Hora de parar de usar as palavras para expressar sentimentos e desejos. Vou deixar as minhas atitudes falarem mais alto, vou fazer com que elas gritem o que eu anseio dizer, mas talvez só não seja o momento correto.
Deixarei o lado Thiago de ser no mode: ON. O Thiago que muitos conhecem, mas poucos têm a oportunidade de conviver junto. Um Thiago que foi deixado um pouco de lado esse ano, e que quando tentou vir à tona esqueceu que para existir era necessário mais que vontade. Era necessário que a verdade estivesse latente em seu coração. Uma verdade que faz com que ele possa sentir uma saudade verdadeira. Uma verdade que funciona como uma imã.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

QUEM DE NÓS?

Uns falam para esperarmos, outros nos dizem que já temos o que queremos aqui, mas que não queremos ver.
Se tudo é tão fácil assim, qual a razão de não termos o que queremos aqui?
Fico refletindo nesse pedaço da música "Quem de nós...", e penso... Quem de nós vai esperar? Quem de nós vai dizer a verdade? Quem de nós vai correr atrás? Quem de nós vai conquistar? Quem de nós vai reconhecer que a vida não está tão feliz sem o outro? Quem de nós vai se desculpar? Quem de nós não mentira na hora "H"? Quem de nós vai "dar o braço a torcer"?
Quem de nós...?

domingo, 6 de dezembro de 2009

TEMPORAL

Violão do do meu lado, chocolates, refrigerante, roupas na cadeira.. uma verdadeira bagunça, mas que foi criada pela vontade de organizar o quarto. Na verdade eu iventei de comprar umas caixas de plástico para separar as coisas que estavam nas gavetas do quarto.
Entre aula que tive que dar no sábado, ensaios para o meu segundo recital e refeições vegetarianas que fiz, não restou vontade para mais nada que exigia movimentar meu corpo.
A vontade de colocar meus sentimentos para fora é tão grande. Seria fácil se eu soubesse quais são esses sentimentos. Essa semana ao ter aquelas famosas recaídas mensais eu tive uma inspiração e força para mudar o jogo. Simplesmente me lembrei de um versículo que li a pouco tempo naqueles estudos diários que dizia mais ou menos assim: "Não se esqueça do que uma vez seus olhos presenciaram."
Poxa, é necessário ser muito patético para se render a certas situações colocadas no meu caminho. Felizmente não tenho sido.
Bom, o temporal sentimental faz parte do cotidiano, como vou reagir depois dele depende apenas das minhas escolhas.
Um novo dia nasce, uma semana nova pela frente e um ano chegando ao seu fim. Essa sensação de que o ano que vem será um ano crucial tem sido latente! Feliz por isso!

Ouvindo: Rosa de Saron

sábado, 21 de novembro de 2009

ROTEIRO

Talvez seja pelo fato de já ter lido o livro do filme que lançaram ontem, mas as falas me eram tão familiares.
Na verdade é como se eu já tivesse passado por aquilo antes, sem lobisomens, vampiros e sangue. Estava estressado demais ontem para lembrar que quando estava lendo o livro, em certas partes eu me identifiquei muito. Ora pelos meses que se passam, ou pela semelhança em sentimentos.
Minha vida não é um livro, um filme ou como costumo brincar, nem um seriado. É apenas mais uma vida. Sem roteiro, personagens definidos ou final feliz. Para minha alegria, o final ainda é algo distante, pelo menos até o momento que tiver a certeza que estou partindo.
E sinceramente, eu não tenho a intenção de partir tão cedo. Seja para outra vida, ou para um lugar distante. Minha vida pertence aqui! O lugar que eu escolhi para construir minha empresa, fortificar amizades, e estabelecer metas.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

INCERTEZAS

Entre a vontade de saltar e a incerteza de que estarei seguro, a vontade de me aventurar está simplesmente latente!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

TENTATIVAS

Todos os dias me dá vontade de tentar algo novo.
Tentar é fácil, o problema é a quantidade de tentativas que é preciso ter para me convencer que estou no caminho certo ou não.
Aquele sexto sentido que eu sempre acreditei ter está sendo jogado de lado nos últimos tempos junto com os critérios que costumava manter. Sempre é hora de tentar, mudar e fazer.
O sentimento é novo, e o novo me assusta, mas traz consigo uma adrenalina quase que sobrenatural.
Essa é a meta dos últimos meses do ano, buscar aquela adrenalina parecida com a que senti ao pular de uma altura assustadora.
Quantas tentativas estarão na parada? Quem se importa? Se não for bom, tentarei novamente.


Ouvindo de tudo um pouco.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

UM DIA NO PARQUE

Um dia no parque pode mudar a vida de alguém.
Um dia no parque pode mudar a vida de um casal.
Um dia no parque pode mudar a vida de dois casais.
Um dia no parque pode mudar a vida de várias pessoas.

Alguns dizem que foi um dia em que o anjo apareceu.
Alguns esperam a descoberta do sentimento.
Outros acham que se casarão.
Alguns nunca mais beberão.

Juliana, Jucélia, Jéssica.
3 jotas que fizeram a diferença e proporcionaram boas gargalhadas.
Olha a cinta, a vara de marmelo e o facão.

Que dia!
Valeu deixar o vegetarianismo de lado por um dia.

Vontade de escrever muitas coisas, mas acho que aqui é o suficiente para lembrar do dia no parque.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

PRÓXIMO DEMAIS

Depois de ter assistido ao mesmo filme por diversas vezes, consegui notar a profundidade de uma frase e o seu significado. Há uma cena que o pastor diz para Jamie: “If I kept you too close is because I wanted to keep you longer”.
Ele diz isso na hora que ela está no hospital no que parece ser seus últimos momentos. Amor de pai e filha, mas o sentido pode ser usado em vários contextos né?
Manter alguém que amamos próximo demais pode ser uma forma de expressar o quanto amamos essa pessoa, e pode ser também uma forma de demonstrar medo. Medo de perdê-la.
Sábado ao ficar “preso” em um lugar eu consegui sentir a frustração que é quando estamos presos em um lugar e as pessoas não nos deixam ir. É uma falta de ar incontrolável.
Eu que achava estar tão certo sobre tantas coisas, hoje posso compreender muitas coisas que pareciam claras para mim.


Ao som de Brad Paisley

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

CASA DO ESPELHO

Se eu corresse por uma casa onde os dormitórios fossem feitos de espelhos por todos os lados, cada detalhe nas paredes, janelas, maçanetas... e em cada detalhe eu pudesse ver meus sentimentos materializados junto com os rostos das pessoas que formam esses sentimentos, como seria essa cena? Que rosto eu veria na janela do banheiro, da sala de estar, e do quarto? Que rosto eu veria no sofá de dois lugares, no de três lugares e na mesa de jantar? Que rosto eu veria na cômoda, na escrivaninha, na cama e no guarda-roupa? Que rosto eu veria naquele objeto perdido na gaveta, na chave de luz fechada pela portinha de proteção e na caixa de ferramenta?

Escrevendo eu me lembrei de um exercício de meditação onde ficamos em silêncio apenas esperando os sentimentos e pensamentos se canalizarem em apenas um. Não estou afim de silêncio e nem de canalizar os sentimentos e pensamentos nesse momento. Acho que como Jimmy em Dreamgirls na cena em que ele começa cantando algo calmo e no meio da música pede para que os músicos o seguiam em uma nova batida. Hora de parar tudo e escrever uma letra diferente, mas deixemos os músicos parados enquanto termino essa nova canção.

Ouvindo: I meant you no harm - Jimmy (dreamgirls)
I meant you no harm
I never meant to make you cry
you were the only one I've ever loved in my life
And though it's hard for me to show it
I've got to let you know it
Cause darling I love you more each day but,
words got in my way
Oh, I meant you no harm
And I would die
If you ever said goodbye
I love you I love you!
But I meant you no harm
I never, never, never meant to make you cry
You are the only one I'll ever love in my life
Hold it, I can't do it
I can't do it no more
I can't sing no more sad songs 1,2,3, hit me

SONHOS

O sonho era dela, mas quem conquisou foi ele.

Um desenho bem simples e uma história magnífica onde cães falam, balões fazem uma casa flutuar, e um velhindo tem a energia de um jovem.

Carl Fredricksen, um vendedor de bexigas de 78 anos, Russel, um escoteiro de 8 anos, uma ave chamada Kevin e o cão... farão desse desenho algo surpreendente.

Depois da Era do gelo 3, o desenho da vez foi UP. Como não se comover com a história de amor de Carl e Elly? Os dois tinham muitas coisas em comum e mesmo após terem seus sonhos destruídos, o senhor Fredricksen encontrou um motivo para dar continuidade em sua vida cheia de aventuras.

É ótimo sair de um filme, seriado ou desenho e poder refletir um pouco sobre minha vida, talvez isso contiue sendo um problema, refletir demais.

Bom, depois de Spirit, acredito que Up entra para a lista dos meus desenhos favoritos. Agora é só pensar em qual montanha com sua bela cachoeira eu vou querer colocar a minha casa colorida.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

PLANOS

Eu posso fazer todo mundo acreditar nos meus planos, mas quão longe posso ir se eu mesmo não acreditar neles?
Ontem eu pensava de uma forma, sentia coisas inexplicáveis, sonhava com o impossível, mas hoje é como se tudo tivesse tomado um novo rumo. Esse ontem é mais distante do que a palavra expressa. Penso de novas formas, ainda sinto coisas inexplicáveis e permaneço em novos sonhos impossíveis.
Será que posso comparar planos com estratégias? Não seriam eles criados para nos proporcionar algo que buscamos?
Mudar de planos podem determinar na mudança de toda uma vida, de toda uma história a ser escrita, mas quando eu chegar onde havia determinado que queria chegar, estarei mesmo no lugar que me pertence?

Ouvindo um pouco de Brad Paisley

terça-feira, 1 de setembro de 2009

SETEMBROCHOVE???

Finalmente estamos em setembro e logo completarei 27 primaveras... comemorarei? Óbvio! Depois de tantas tempestades o ano vai terminando com semanas ensolaradas.
Como entrar em setembro e não lembrar da vizinha com pelo menos 15 anos mais velha que eu, que vivia mandando pegadinhas para mim?
Algumas eu desisti porque eram muito difíceis, e outras ela desistiu.
“Setembrochove”, falado de uma uma bem rápida, até parece que estamos perguntando se a pessoas está com alguma doença. Mas foi nessa brincadeira tão bizarra que ela desistiu. Ela não conseguiu achar a resposta para “setembrochove”, que pode ser simplesmente um “talvez, depende da região.”

O TEMPO!

Depois de dois dias pela frente revisando algumas traduções, e ainda com trabalho pela frente eu sento e começo a escrever sem parar... bobeiras sim, mas perde tempo lendo quem quiser.

O tempo é mais sábio do que qualquer outra coisa, e negar que ele opera nas vidas das pessoas, seria como dizer que a chuva não molha.
Já nem sei mais quanto tempo certas coisas aconteceram, e não tenho mais a menor intenção de tentar contabilizar. O que realmente tem sido produtivo é a idéia de mergulhar no trabalho de cabeça e quando ela começar a funcionar fora do ambiente que estou eu foco nas melhores fontes de energia positiva que estão presentes em minha vida. Tem dado muito certo.
Ontem conversei por alguns minutos com um novo amigo que está naquela fase de revolta, onde tudo para estar dando errado para ele. Seria melhor se eu estivesse ouvindo a conversa de terceiros, pois desta forma eu não ficaria magoado por ver uma pessoa que gosto sofrer. Porém, dentro dessa situação toda, foi tão bom me colocar naquele papel e ver que sem eu precisar fazer nada, tudo se modificou.
O vento, o mar, o sol... o tempo!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

POR QUE, POR QUÊ, PORQUE E PORQUÊ...

Por que , Por quê , Porque e Porquê, estão presentes na Língua Portuguesa. Logo, se consegue entender porque é tão difícil viver.
Prefiro viver no sistema da Língua Inglesa, pelo menos só temos o uso de Why e Because, e também algumas outras palavras que podem expressar a mesma idéia, mas ao menos se dão ao trabalho de serem bem diferentes.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

COMO SER SAUDÁVEL

Vou começar descrevendo o senhor que passa agora em frente da minha janela. Tamanho mediano, calvo, e os poucos fios que restam em sua cabeça são brancos como a neve, sua pele nao nega os seus mais de 60 anos, mas o seu uniforme vermelho e a sua disposição ao andar demonstram que ele está com a mente saúdavel. Por acaso, ontem eu estava lendo um artigo sobre "Como manter a mente saudável" e os benefícios que isso proporciona para as pessoas. Não sei dizer até que ponto o texto foi interessante porque a minha mente estava tão distante, tranquila como nos últimos tempos não deixou de ser e no entanto não foi muito aproveitável.
Tenho que concordar que de janeiro à agosto deste ano, tenho sido mais saudável do que posso me lembrar de ter sido em toda minha vida. As dores de garganta, dores no estomâgo e dores de cabeça se reduziram quase a zero. Salvo algumas ocasiões de muito stress.
O dia começa e seu fim chega sem ao menos me dar conta das longas 14 horas de trabalho. Os pensamentos são os mesmos, as tentativas de conversas sempre se encaminham na direção de assuntos positivos e a busca pelo equilíbrio pemanece. Falando em equilíbrio, algumas pessoas que amo estão mais presentes do que nunca. Amigos verdadeiros que me escutam, passam um dia inteiro ao meu lado rindo, contando histórias e se fazendo presente.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

FALANDO DE AMOR

O amor é um tema que todos conseguem escrever. Os que já sentiram descrevem esse sentimento de tal forma que contagia aqueles que nunca sentiram, até mesmo os incrédulos querem um pouco dessa "droga" tão viciante. Os heartbroken afirmam que esse sentimento é uma forma de disfarçar uma carência ou até mesmo afugentar medos e traumas, querendo demonstrar a razão de não amarem mais. A verdade é que eles anseiam tanto por um novo amor, ou Aquele amor perdido que eles se afastam da possibilidade de voltar a amar. Isso vira um mecanismo de defesa.
Quantas vezes teremos que vivenciar novos relacionamentos até chegarmos naquele ponto em que podemos dizer o famoso "Eu te amo" novamente? Quantos encontros serão necessários para que a "coisa" seja considerada séria? E o que fazer com aquela aquela pessoa que você achava que seria a pessoa ideal? Como lidar com as dezenas de perguntas que surgem na sua cabeça?
Escrevo com uma naturalidade que esperava há semanas, lembro dos amigos, dos casos do passado e um dia viverei uma história nova.
Tem como não fazer comparações? Acredito que não, não comparar seria ignorar uma forma natural de saber se as coisas são melhores do que as que um dia passaram por nossas vidas. E quando elas são naturalmente melhores, sem precisar esforço algum por nenhuma das partes o resultado só pode ser um.

O CÉU

Sempre gostei de usar os elementos da natureza ao meu redor para expressar uma opinião, um sentimento ou apenas argumentar melhor com exemplos que pudessem me ajudar a ser conciso.
Tenho falado do vento, do mar e agora falo do céu, apesar de estar quase certo de já ter mencionado algo sobre ele também.
Domingo ensolarado e me deitei na cama por alguns minutos e lá estava ele com suas milhares de formas, que dessa vez não me dei ao trabalho de tentar encontrar com a minha imaginação. As nuvens não estavam sem movendo, ou estavam se movendo tão devagar que era imperseptível.
Algumas horas mais tarde, cansado da longa caminhada a cena foi a mesma, me joguei na cama e quase que naturalmente olhei para o céu novamente. Dessa vez era um céu triste, escuro, sem vestígio algum de sua existência. A cor era de um preto esfumaçado sem graça. De qualquer maneira, eu ainda sabia que o céu estava lá.

sábado, 25 de julho de 2009

CÃES SIM!

Fiquei relutante sobre o que deveria escrever hoje, já que minha cabeça está parecendo com a de Kyle do seriado Kylexy no primeiro episódio. As cenas dele pensando em milhões de coisas ao mesmo tempo são tão boas que até fiquei zonzo ao assistir.
Mas o que prevaleceu foi a idéia de contar como foi a chegada dos filhotes nessa sexta-feira depois de quase uma semana longe do pai.
Não ter limpar a sujeira deles ao chegar em casa à noite foi a parte boa da "viagem" deles, mas o silêncio que vinha do corredor e as sentadas diárias no chão da sala para tê-los pulando no meu colo fizeram muita falta, ao ponto de ter a certeza que se eu me mudasse para o exterior ou qualquer outro lugar, os pequenos teriam que ir junto.
Foram para a empresa e ficaram correndo sem parar, a Cher como é mais abusadinha teve que ir ao segundo andar e exibida como é, ficou me encarando da beirada da escada achando graça no que fazia.
Ao chegar em casa acho que se sentiram sufocados de tanto que eu apertava os dois, e não os deixei empaz por pelo menos 30 minutos.
Com certeza gostaram de me ver com tanta saudade, ganharam o bolinho de baunilha para cães que estava guardado para eles, dormiram na cama comigo e estão se sentindo como sempre, os donos da casa.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

INQUIETUDE

A vontade de sentar em volta de uma mesa com meus melhores amigos é maior do que a vontade de dormir. Enquanto uma boa parte da população aproveita as esperadas férias, eu dobro a quantidade de aulas e trabalho 14 horas por dia. Reclamar é algo que não faço e se o fizesse eu estaria possuído por algum espírito preguiçoso, ou um bem cansado no mínimo.
Entre outros desejos incontroláveis nesse período da minha vida, sentar-me com meus amigos para contar pessoalmente como estou e mostrar para cada um a alegria que brilha em meus olhos são as duas coisas que eu mais queria. Entre olheiras e olhos vermelhos de sono, a inquietação reina.
Todos os dias penso nas mesmas pessoas e nos mesmos amigos. Sinto a mesma vontade de vê-los, receber notícias e abraçá-los.
Queria postar uma carta que recebi, mas seria expor algo feito com atenção e carinho exclusivamente para mim. Serei egoísta e apenas contarei o quão bom é acordar com palavras que te completam.
Fico perguntando o que aconteceu que aquela espontaneidade com que eu estava me acostumando ao escrever. Sinto me como se o rumo das palavras estivessem sendo desviado, não estou colocando em palavras o tema que realmente está fluindo em mim. De qualquer forma, tento com persistência.
Novamente uso a palavra "egoísta", é exatamente isso que estou sendo por não querer dividir um pouco dessa sensação. Preciso fazer isso?
Bom, vou me conter e deixar que minhas atitudes, meu novo jeito de viver e minha nova pisada mostrem aos que me rodeiam o novo cara que estou me considerando.
O que grita dentro de mim é "Por quanto tempo existirá isso?" e a resposta que berra em um tom assustador é "Que graça teria o salto de pára-quedas se a adrenalina não existisse mais?".
Leio e me sinto como minha mãe que tem prazer em cozinhar para as pessoas, mas não vê graça na própria comida. Mais uma vez vejo que não sou bom com as palavras, mas tento!
Ah, como eu queria encostar em meus amigos e transferir um pouco dessa emoção. Queria jogar em uma bacia de prata com água um vidrinho com as emoções que tenho. Assim como Dumbledore faz com o bruxo Harry Potter. Fico imaginando as lágrimas nos olhos dos meus amigos.
Que alegria é essa que me consome tão fortemente? Que amigos são esses que me presenteiam com suas risadas, histórias e a mais aguda curiosidade?
Escrevo e dou risada sozinho em frente ao computador, me irrito com as constantes ligações enquanto tentando escrever para não perder o costume. Na verdade escrever tornou-se a mais prazerosa terapia, a massagem que relaxa meus ombros tensos.
Tentei escrever uma carta e terminei compondo uma canção, pelo menos foi essa a definição que dei para aquelas palavras que escrevi enquanto cantarolava uma melodia que se encaixava nas palavras ali colocadas.
Estou inquieto, algo se move fortemente como se eu estivesse sendo assistido por dezenas de pessoas. Um desconforto confortável.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

SHAKESPEARE

Sem muita inspiração, ou pelo menos não do tipo que eu queria compartilhar, resolvi procurar algumas frases famosas, e o escolhido foi Shakespeare, nenhuma razão especial.

A cada frase que se seguia eu percebia o quanto eu concordava com as idéias dele. Fiquei na torcida para que ele tenha vivido da forma que expresava os sentimentos. Nada sei sobre sua vida, mas nunca é tarde para buscar conhecer né?
Em algumas frases a cena de uma situação ou outra veio quase que como um raio, forte e claro!



"Aceita o conselho dos outros, mas nunca desistas da tua própria opinião." William Shakespeare
Sempre gostei, e segundo alguns amigos sempre pedirei conselhos, mas certamente sempre seguirei a minha vontade e a minha opinião prevalecerá. Afinal de contas, a consequência cairá sempre sobre mim e não sobre os que gentilmente investiram tempo para me ouvir e compartilhar idéias.
Minha mãe sempre citada em meus textos falaria: "Por que perguntou então? ".


"Sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser."William Shakespeare
Só sei que adoro ser quem estou sendo, e com certeza não é nada parecido com o que eu era há uma semana. É uma vida nova dada de graça para mim.

"É muito melhor viver sem felicidade do que sem amor." William Shakespeare
É isso mesmo meu caro, falou e falou bonito, ainda bem que suas palavras ficaram registradas.


"O sábio não se senta para lamentar-se, mas se põe alegremente em sua tarefa de consertar o dano feito." William Shakespeare
Talvez não consertar meu amigo, mas algumas vezes jogamos fora e esperamos conquistar algo novo. Vamos atrás do que queremos, outras vezes apenas esperamos e elas surgem.


Assim que nascemos, choramos por nos vermos neste imenso palco de loucos. William Shakespeare
E quem não é louco? Mergulho nessa loucura com toda intensidade, me vejo delirando e quero mais e mais. Não ousem me acordar, me medicar e nem dizer que isso não existe. Não chorei desta vez, mas nasci novamente. Mais forte, mais seguro e menos racional.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

SENTIMENTOS E PALAVRAS

Eu fico tentando lembrar se alguma vez eu realmente acreditei não ser possível voltar a amar. Claro que eu devo ter pensado isso, afinal de contas, me sinto um eterno adolescente mesmo com todas as responsabilidades que tenho.
Tem algo que a cada dia me agrada mais, as letras das músicas que mais gosto são tão idiotas vendo em outro ponto de vista. Já escrevi algo parecido em outro texto, e a idéia continua mais forte do que nunca.
Como alguém pode afirmar que seu mundo está acabado por algumas mudanças que são "naturais" na vida de qualquer pessoa? Existe algo que devemos expor mais ao mundo, e isso não tenho encontrado nas canções. A forte ação da vida em colocar as coisas de volta em seu lugar, nem sempre serão da mesma forma, na verdade posso acreditar que nunca serão da mesma forma. Elas virão mais fortes, altas, belas, graciosas ou talvez, o oposto de tudo isso.
O que me deixa hoje na mais pura alegria, é saber que essa ação da natureza tem me visitado. Eu coloco em palavras o que sinto hoje pelo simples motivo de ser o responsável por esse sentimento atual. Não afirmo estar totalmente completo, isso é algo que a natureza e eu trabalharemos juntos para alcançar, o importante é ir. Seguir um caminho que me demonstra ser seguro.
Nos últimos dias eu tenho desejado bem para todos, acordo cantando todos os dias e fazendo exercícios aprendido na aula de canto.
Escuto Frank Sinatra e a vontade de cantar e dançar se espalha pelo corpo. Posso sentir o aroma no ar. Algo novo e agradável.

Ouvindo: Come fly with me- Frank Sinatra and Luis Miguel

terça-feira, 14 de julho de 2009

DEUS E EU

Falar de Deus sempre me incomoda muito.
Explicar é impossível, pois é uma relação muito sem barreiras. Não tenho medo, vergonha, nem receio de conversar e questionar Deus. Com certeza sou muito amado por ele, pois não sou um filho muito bonzinho não.
Já perceberam que as mães sempre dão atenção para o mais problemático? Com certeza Deus sempre faz o mesmo comigo. Mas o que seria de tão sério para que eu me considerasse um filho "problema"?
Apenas questiono tudo, e não aceito as palavras impostas por todos os "conhecedores da Palavra". Acredito em uma coisa única que seria uma ligação do meu coração ao coração de Deus. Basta isso! Tudo que fiz, faço e farei não me condenará, pois sinto pureza em meu coração.
Não que às vezes eu não sinta vontade de pegar algumas pessoas e fazer como os abacates com açúcar que comia na infância, na verdade eu sempre brinco dizendo que cortaria meus inimigos em pequenos pedacinhos e jogaria o produto mais químico que tivesse para vê-los sofrendo.
Mas espere aí, eu não tenho inimigos e não existe uma pessoa que me tire da paz que tenho me colocado diariamente.
Minha revolta sempre se dá por minutos ou no máximo algumas horas. Depois vem o sentimento de busca por algo maior.
Domingo eu trabalhei como voluntário em uma igreja evangélica como tradutor na frente de algumas dezenas de pessoas, duzentas no máximo. Foi um pouco estranho no começo já que ficar de pé na frente de muitas pessoas e falando inglês não é uma coisa que eu faça todos os dias, não tantas pessoas daquele jeito.
Um grupo de missionários verdadeiramente apaixonados e entregues ao desejo de conquistar pessoas. O mais impressionante foi ver quão jovem eram e a sabedoria nas palavras. Não estavam alí para converter ninguém e nem impor suas vontades, só queriam desesperadamente que pudéssemos sentir um pouco daquele amor e fogo que eles garantiam sentir com tanto fervor que poucos minutos após a palestra sobre o power invasion eu já estava me sentindo aquele garoto de 18 anos que frequentava a igreja 4 vezes por semana. Porém havia uma diferença que eu não poderia deixar de notar, eu não carrega máscaras e meu coração se encontrava na mais verdadeira harmonia.
Minha vontade era transformar aquelas 3 horas em algumas semanas. Eu queria sentir mais daquele desprendimento do mundo e da religião.
Era um grupo de pessoas compartilhando experiências encantadoras, histórias dignas de serem repassadas para as pessoas.
Foi interessante sentir que Deus estava mesmo presente lá, e que Ele e eu estamos mesmo em contato diário. Me convenci de que minhas oraçõe matinais à caminho do trabalho, minhas extensas discussões com Ele e minha vontade de ser uma pessoas melhor me proporcionaram um momento único.

UMA FESTA CAIPIRA

Não foi bem como eu achava que seria, ela superou as minhas expectativas, ela realmente aconteceu na medida certa.
Uma festa planejada em cima da hora, aquele tipo de festa que as pessoas não gostam de ir por terem que se fantasiar. Não é que a roupa precise ser especial, pelo contrário, ela precisa ser simples, colorida e brega.
Não pensei no que vestiria e fiquei todo bravinho no dia. Escolher roupa para sair sempre foi algo que me irrita muito, especialmente quando você está como a pessoa que promoveu a festa.
Peguei uma calça jeans daquelas que está na moda, aquele modelo que já vem rasgado e sua mãe fala: "Pague para mim que faço coisa melhor!", uma camisa que ganhei em um aniversário e um all star xadrez. Aparentemente a camisa não agradou as pessoas e todos me perguntaram por que o "dono" da festa não estava fantasiado, e para variar me frustrei e fui atrás de uma bendita camisa "brega", uma gravata e um chapéu de palha. Terminei com a roupa toda combinando. Todos os acessórios eram uma mistura de preto, branco e cinza.
Me senti um pouco perdido, queria dar atenção para todos e ao mesmo tempo me certificar que tudo estava sendo servido corretamente. Acho que uma festa surpresa aos 12, 13 anos me deixou traumatizado.
O que mais me alegrou foi ver algumas pessoas que já não encontrava há alguns meses. Ver os alunos se divertindo ao jogar boliche no wii, DDR do playstation, UNO, LIG 4, Karaokê e ainda rir dos meus micos no microfone me deu ânimo para aguentar fime na festa, e ainda estender com os amigos até as 4 da manhã em uma baladinha.
Inevitável pensar se gostaram mesmo, se os recados de que a festa estava boa realmente foram verdadeiros e quais seriam as críticas caso falassem.
Alguns rostos me encorajaram para cantar no karaokê mesmo tendo acordado às 7 da manhã e tendo lecionado por 4 horas sem parar. Não posso esquecer da chuva que tomei ao tentar encontrar os pinhões.
É engraçado como eu me travo ao cantar na frente de outras pessoas. Não espero ser um cantor profissional, não considero minha voz angelical, e também não tenho medo de não gostarem. Apenas acontece, ela não sai da mesma forma que parece sair quando estou em casa ou até mesmo com a professora de música.
Uma festa que deu certo e carregou um pouco do trabalho de todos, do professor que trouxe aquela televisão super pesada como se fosse um rádio de cabeceira, aquele que trouxe o karaokê e foi fotógrafo, aquela que fez os bolos super elogiados, os amendoins que como agora e um dedo em cada coisa para se colocar presente mesmo não comparecendo, aquela que nos mandou a receita do quentão lá de longe e mandou recado dizendo que estaria presente de alma, o animado que carrega seu wii e família para se divertir junto, as panelas trazidas para ajudar naquele monte de preparativos, as decorações feitas por todos...
No fim o que era para ser apenas uma festa organizada por uns poucos, se tornou em um mutirão de amigos.
Acho que afinal de contas eu tinha um medo que acabo de me dar conta. FESTAS!


Ouvindo: Dvd Mika

quarta-feira, 8 de julho de 2009

CONTE COMIGO...

é o que diz um dos cartões que recebi de uma das melhores amigas que tenho. Uma ligação apenas e ela consegue saber como estou, toma minhas dores, se preocupa mais do que o necessário, chama os outros "amigos" para que me liguem e tentem me animar.
Vivo dizendo que sou um cara sortudo e ainda me considero. Eu não mais tento entender as pessoas, na verdade eu sou muito de lua, alguns momentos eu tento compreender o jeito como elas se comportam, busco desculpas para as atitudes que na minha opinião são fracas e até me mantenho forte na esperança de que existe uma explicação para cada ato.
Um dos textos que escrevi e que ficou lá na gaveta, eu me comparo com uma violeta que ganhei há uns 20 meses. Não tentarei lembrá-lo agora, o que importa é que na busca de uma explicação razoável, eu crio os exemplos e metaforas mais bizarras possíveis.
Se você acaricia um cão na hora em que ele está se alimentando e ele te ataca, você acha que ele reagiu à possível idéia de que você ia tirar a sua comida? Ou você fantasia que ele te atacou de propósito, que ele não gosta de você, quis te ferir mesmo? Qual delas te parece mais lógica?
Diariamente vejo cães me atacando apenas pela minha presença. O fato de que eu existo já faz com que fiquem rosnando. A diferença é que eles não me olham, existe algo em seus olhos que não consigo identificar. Não consigo e também não quero, o pensamento de que eles são receiosos demais devido ao medo que têm, me comforta. E eu continuo por aí, andando e causando aquele som estranho que posso indentificar e certamente dizer se tratar de um rosnar.


Ouvindo: Free Me" music video (Goldfinger)

terça-feira, 7 de julho de 2009

UMA LUZ? ACHO QUE NÃO!

Desistir é uma palavra que não existe em meu vocabulário.
Isso significaria que eu não quero algo por que talvez seja difícil demais para ser alcançado, por parecer uma coisa intangível, sonho daqueles que só posso mesmo, sonhar.
Primeira segunda-feira de julho, segundo semestre do ano e a vontade é essa, "desistir". Mas olhando em outro ponto de vista, não seria bem isso, é apenas vontade de buscar novos horizontes, conhecer algo maior do que tem sido até agora. Sei que se estou onde estou, foi por que me coloquei aqui, ninguém me trouxe, aceitei as ofertas, entrei nas portas que se abriram, dei chance à negociação.
Acho que o que me assusta é que há tantas opções, e não estou certo de qual seguir. Não me receio com a mais difícil, mas também não me empolgo com a mais viável.
Nos últimos dias as lâmpadas estão queimando ao meu redor, literalmente. Semana passada a luz da sala se apagou, apenas a da sala. Não foi corte por falta de pagamento (risos). Sábado de noite a luz da cozinha simplesmente explodiu, e ontem, exatamente ontem, a luz que fica sob a minha cabeça no escritório começou a piscar de um jeito que não tenho coragem de deixá-la acesa, tenho a impressão de que ela vai explodiu em pequenos cacos e que eles irão todos se concentrar em me atingir. Seria isso egocentrismo demais?
De qualquer forma, estou bem longe de pedir luz para esclarecer minha mente, para me ajudar nas decisões. Como eu faria isso se elas estão simplesmente se apagando na minha presença? Acredito que a atitude da vez, será confiar na minha intuição, atirar no escuro e mentalizar o melhor resultado possível.
Estou na fase da rebeldia, não quero ajuda de ninguém, não quero empurrão de amigos, não quero palavras de incentivo, longe de aceitar uma mão para me tirar da ladeira. Quero recorrer à força que se encontra escondida, aquela em que ouvimos sobre as mães que levantam carros pelos filhos, do cão que nada para salvar a criança, de uma força quase milagrosa.
Meus dias têm sido lindos. Não importa o trânsito, a chuva, a dor de cabeça, a intromissão de estranhos... sempre me senti e ainda me sinto um cara sortudo. Sorte é algo que posso querer contar agora.
Dando o texto por acabado, a página de edição fica vazia, as palavras que fluíram com tanta facilidade sumiram e a pergunta que me veio agora à mente foi, "Iria desistir ou escreveria tudo novamente?".

Ouvindo: Gabrielle - Out of Reach

segunda-feira, 6 de julho de 2009

BANQUETE

Minha vida parece um verdadeiro "buffet", uma porção de ansiedade, coragem, lembranças, saudade, ousadia... Começa bem como aquelas bancadas em que temos as saladas, prato principal, acompanhamento e o melhor que é a sobremesa, apenas para o final.
Às vezes eu sinto como se essa ordem se invertesse propositadamente sem a minha prévia autorização. O restaurante é meu, eu faço a compra, eu contrato os funcionários, eu lidero cada etapa. O problema é que como tudo na vida, sempre existe outras pessoas ligadas em qualquer área de minha vida.
Vou ao médico e lá está ele, aquele médico que acho boçal e não gosto da forma de atender. Na academia os instrutores parecem estar lá por obrigação, não dando a devida atenção. E dessa forma eu concluo que preciso mentalizar coisas boas, afastar os pensamentos negativos, e agir como se fosse a pessoa mais centrada na face da terra. Um ser desprovido de maldades e malícias.
Tenho tentado arduamente ser esse modelo de pessoa para que eu possa até me convencer de que é possível ser assim. Não faço isso para impressionar ninguém, faço-o para que minha cabeça se abstraia de coisas vazias.
Sento na cama, acendo uma vela, coloco uma música de meditação e sigo as instruções aprendidas nas poucas aulas de yoga que fiz há alguns anos. Fecho os olhos, foco na respiração e me concentro nela. Aos poucos diversos pensamentos correm de encontro à minha mente e mais que rápido eu os coloco em ordem de importância, volto a me concentrar na respiração e quando me dou conta a música já acabou.
Não compreendo como a ordem do buffet se altera tão rapidamente, no mesmo banquete passo diversas vezes próximo ao balcão e a colocação dos pratos está diferente. Há momentos em que eu olho e há pratos novos que alguns minutos antes não havia.
Nesses pensamentos loucos, idéias sem nexo e sentimentos alternados, eu fico à espera de um milagre. Uma luz não no fim do túnel, mas no centro dele para que possa decidir qual porta escolher. Querer saber o que encontrarei no final é um tanto quanto ingênuo da minha parte. Dessa forma me contento apenas em saber que caminhos inexplorados estão ali. A chave é universal, abre todas as portas e basta entrar.

Ouvindo apenas os gritos em minha mente.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

O AMOR

Trabalhei 3 meses com crianças hiperativas, aquelas que as escolas americanas não conseguiam lidar muito bem. Muitas delas tomavam remédios para controlar o temperamento e ainda tinham um tratamento rigido com muitas regras.
Horário para tudo, nada podia passar do programado e se isso acontecesse, elas perderiam pontos em suas charts, tabelas em que desenhávamos as estrelas do dia para cada meta atingida.
As atividades iam de canoagem, basquete, vôlei, futebol, jogos no computador, uma hora com o monitor favorito, bóia no rio....
O que me fez lembrar deles agora foi o fato de ter sido escolhido o melhor monitor de 2003. E o que fez com que me escolhessem? Eu me baseava no amor, foi como enfrentei as crises em que eles acordavam no meio da noite gritando e exigindo alguma coisa como chocolate, suco ou qualquer coisa que estivesse fora de cogitação dar para eles. Eles já sabiam diferenciar entre o certo e o errado, o que podiam e o que não podiam ter a qualquer hora.
Foi o trabalho mais árduo que já tive, porém, foi o mais significativo, prazeroso e milagroso.
Todos os dias estarão marcados em mim como chagas. Foram dias dolorosos mas toda a experiência serviu para provar que o amor é a arma mais poderosa que existe.
Alguns monitores e até mesmo o diretor do camp eram formados em cursos que davam a eles todas as ferramentas para controlar as situações de risco. Aquelas em que as crianças e adolescentes colocam a vida de alguém em perigo.
Vivíamos em uma região alta próximo de Boston, com um rio lindo e imenso, havia uma mata que chamávamos de florest e algumas áreas próximas ao rio pareciam colinas.
Descrever uma cena que ficou mais marcada do que as outras seria impossível, mas com certeza existe uma que virá com mais rapidez à minha mente.
Havia uma criança que colocávamos como prioridade na nossa visão, pois a qualquer momento alguém poderia aparecer sangrando ou chorando devido às suas artes. Ele tinha aproximadamente 9 anos, era negro, magrinho e olhos grandes. Apesar de toda a sua rebeldia e tentativa de parecer violento, eu sabia que havia uma doçura que para ele ainda era desconhecida. Vários dias de momentos tensos, choros, gritos, surgiu a oportunidade de mostrar para ele o mundo que estaria esperando por ele. Em uma de suas crises, eu fiz algo que foi inesperado para ele, para os monitores e principalmente para mim. Sentei no meio do field e comecei a chorar muito forte. A ordem era de que nenhum monitor poderia interferir no processo de educação das crianças, então o próprio garoto vendo que ninguém me "socorria", foi ao meu encontro e se sentou na minha frente sem falar absolutamente nada. Olhei para ele e vi que seus olhos se encheram de lágrimas e que sua feição demonstrava um pedido de desculpas. Devido ao seu comportamento de risco para as outras crianças, ele seria enviado para casa antes que os outros. Essa idéia me torturava, pois de isso acontecesse eu não teria tempo de ajudá-lo, não poderia contar para ele o que eu já havia passado na vida para que ele pudesse ver que não era apenas a sua vida um vulcão em erupção. Eu comecei a contar para ele todos os meus traumas, carências e problemas que havia passado na minha infância. Nada de assustador, mas muitas crianças têm aquela imagem de família completa, casa feliz, viagens... e a vida não é feita apenas de nossos desejos.
A minha choradeira se dava ao fato de que ele seria mandado embora e sua vida voltaria a ser o mesmo inferno que ele tinha certeza que seria. Nossas vidas não podem ser mudadas apenas pelo nosso desejar, mas com um querer e um pensar diferente sei que isso é possível. Eu só queria mais tempo para mostrar isso para ele, de como encarei minhas fantasias desastrosas.
Dois dias de folga a cada 20 dias era o que cada monitos gozava. Sem possibilidade de descartar essa folga, mas teria algum idiota que faria isso? Sim, eu. Mas não deixaram.
Quando retornei da folga ele estava com a mala nas costas e a caminho do carro do diretor do acampamento, escrevendo isso agora parece cena de filme de drama, mas sem nenhum aumento nos detalhes foi exatamente isso que aconteceu.
Meu mundo caiu. Mas de uma coisa eu tenho certeza, ele sabe que nas poucas semanas que compartilhamos juntos, eu o amei como um irmãozinho. Ele sabe que meu amor era capaz de lutar por ele até juntos buscarmos uma solução para a vida de um garoto de 9 anos, que tinha uma mãe prostituta, padrasto que abusava dele e dos irmãos e uma casa que acolhia 7 pessoas. Fico imaginando se todos que eu amo com essa mesma intensidade sabem do que seria capaz por eles? Acretido que sim, e ainda aposto que alguns se assustam com a posibilidade desse fato.


Ouvindo: Faith Hill - There You'll Be
http://www.youtube.com/watch?v=IpaBQPspLXg&feature=related

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A CARTA - PARTE 2

Toledo, 02/01/05

"Querido Filho
Eu resolvi te escrever porque talvez eu consiga passar para você tudo o que eu sinto e penso, mas com palavras eu sei que eu não vou conseguir.
Em 1º lugar eu quero que você saiba que se eu te amava e se é possível hoje eu te amo e te respeito 1000 vezes mais....
....... e nunca deixe de acreditar que Deus está sempre com você e que eu peço a Ele todos os dias que te acompanhe, te guie e te proteja, mas você também faça a tua parte e que seja feita a vontade de Deus e não a minha e nem a sua.
Eu só quero que você saiba que pode contar comigo pra tudo e que antes de ser a sua mãe eu sou a tua amiga.
Me perdoe por todas as falhas que eu tive com você.
Te amo demais e você será sempre o meu bebê, o meu menino querido e abençoado.
Que Deus te proteja e que Jesus te acompanhe em todas as horas do dia e da noite.
Seja muito feliz e que seus sonhos se tornem todos realidade.

Te amo
Te amo
Te amo

Sua mãe.

Pode ficar bravo, mas você sempre será o meu bebê e a melhor coisa que podia acontecer na minha vida foi ter você, teus irmãos e suas sobrinhas. Por que vocês são a minha vida e a minha felicidade.
Se cuida."

Não existe chance de um filho não amar uma mãe dessas. Existe?
Minha mãe é maravilhosa e se tenho a personalidade que tenho, devo muito a ela. Nunca pedi permissão para fazer as coisas que queria em minha vida. Desde a minha viagem ao exterior, mudança para outro estado aos 16 anos, desistência dos estudos, entre outros.
Eu apenas a informava de minha decisão e sabia que sempre existiria uma consequência.
A carta descreve sobre o novo em minha vida, algo que foi novo para mim e muito mais para ela. Minha mãe é mesmo uma amiga, daquelas que mandamos tomar no cú na brincadeira. Okay, não chegou a tanto não, risos.
Eu adorava ir às lojinhas de 1,99 com ela aos sábados antes de visitar minhas tias e minha avó, sempre saíamos de lá com presentes "úteis" para todos.
Nossas personalidades por serem parecidas demais fizeram com que muitas vezes tivéssemos momentos de "cão e gato". Um grito aqui, uma cara feia lá, e o pedido de desculpa demorava para sair por que sempre fomos dois orgulhosos.
É tão bom lembrar de todos os momentos, saber que ela foi uma mãe presente e que as "falhas" pelas quais ela se desculpa por achar que cometeu, não passaram de tentativas exageradas para cuidar de mim e sempre se certificar de que eu não sofreria.
Algumas dores ela pôde afastar e manter longe, outras vieram do que os budistas chamariam de causas "naturais", e essas ela não pôde afastar, mas me deu sabedoria para enfrentá-las. Se a sua vida não tivesse servido como modelo de vida para mim, nada mais poderia.

Seu filho.

Ouvindo Big bang - We belong together (risos)
É, acho que essa música não foi a mais esperada né? Também senti uma decepção ao fim do texto, mas Fabio Júnior não estava disponível no meu setlist. Sorry!

terça-feira, 30 de junho de 2009

NINGUÉM É PERFEITO!

Que óbvio isso!
Mas se uma frase dessa é tão clara para qualquer um, ou pelo menos para a grande maioria, qual a razão de querermos exigir dos outros algo que não podem nos oferecer?
Alguns ainda acreditam na mudança de personalidade, outros crêem em milagre, e tem os que acreditam em maturidade adquirida com o tempo. Mas se príncipe encantado não existe, pessoa perfeita também não e varinha mágica não está disponível no ebay, como podemos achar a pessoa "perfeita"? Simples assim: a pessoa perfeita não será achada nunca, o que fará da relação algo "perfeito" para ambos é um conjunto de fatores que propiciará uma harmonia, ou uma organização na vida das pessoas. E assim como o princípio do programa 5s, a organização cria a harmonia.
Eu acreditava e ainda acredito que um relacionamento é como uma empresa onde temos os dois sócios com talentos diferentes, e um sempre será mais habilidoso em certas áreas do que outro.
O que todos querem saber é o que fazer quando um dos sócios desiste da empresa sem ao menos vender sua parte para um terceiro com as mesmas qualidades. Bom, essa resposta a sessão auto-ajuda das livrarias oferece a qualquer hora, o que a minha experiência me diz é que não se pode substituir um sócio por outro instantaneamente não importa o lado que faça isso. É um bom momento para investir em seus talentos, conhecer possíveis investidores e arriscar algumas semanas de teste. Não se pode assinar contrato algum e nem não dar a sua palavra de sociedade sem ao menos sentir a segurança que se é necessária para algo que fará parte de sua vida eternamente, mesmo que seja apenas a tentativa de algo fracassado.
Muitos testes também não são bem visto, pois nos poucos dias de empresa, muitos clientes poderão ser perdidos com um negócio mal feito. Encare esses clientes como se fossem os seus sentimentos, a sua auto-estima, seus ideais de relacionamento perfeito e coisas do gênero. Todos podem sofrer um pequeno estrago, mas que somados chegam a uma perda inestimável. Citei em uma carta de término de namoro há muitos anos, que as crises que tivemos, por menores que foram, conseguiram atingir a dimensão de uma tempestade de um dia. E isso é o que pequenos fracassos podem causar na vida de qualquer pessoa que não tenha um mínino de critérios definidos, metas estabelecidas.
Esse texto ficou mais sério do que era a intenção, mas nessa seriedade toda, terei que citar a conversa com um amigo sobre a pessoa ideal que idealizamos para nós.
Ele começa falando do seu par ideal, "uma pessoa que gosta de si, bonita, que trabalha, que tem ambição na vida e que cuida dos hábitos alimentares.". Eu ouvi direito? Uma pessoa que cuida dos hábitos alimentares? Depois de muitas risadas, chegamos à conclusão de que resumiríamos isso como uma "pessoa não gorda demais". Mais fácil de entender certo? O que importa é que ele tem uma idéia do que o agrada, e qualquer coisa que fuja demais ao que ele espera, seria uma grande chance de sociedade com falência na certa. Mas sempre daremos ouvidos à nossa lista de "exigências"? Não, o fato é que ela pode ser cortada em um terço se..., na verdade pela metade, se a pessoa cumprir com um dos nossos requisitos. E qual seria esse? Aquele que você considera o mais essencial no seu relacionamento.
Depois de mais de trinta minutos escrevendo, o texto ainda parece não estar completo, falta uma experiência para ser contada aqui, trecho de um livro lido alí e o que vem à cabeça é clichê demais. Ninguém é perfeito e temos que conviver com isso. Conviver debaixo do mesmo teto e com alguém que não se enquadra com a exigência número um, seria motivo de encaminhá-lo para o RH.

;)

Cya!

Sem música por hoje, e colocando em texto o resumo de conversas diárias.

sábado, 27 de junho de 2009

A CARTA - PARTE 1



Queimar toda as cartas, essa foi a vontade que tive várias vezes em minha vida. Momentos de raiva, aquelas horas que sentamos no chão, abrimos aquela caixa envelhecida ou aquele envelope grande e amassado e começamos a lembrar de quando recebemos aqueles papéis cheios de "terremotos".
Há um mês estava lendo algumas cartas e não pude crer no que estava passando diante dos meus olhos, cartas que destroem qualquer coração de pedra. Palavras que amolecem o mais durão dos homens.
Mexendo nas gavetas que nunca estão organizadas, ou na verdade estão organizadas demais que chegam a aparentar desordem que eu encontrei A CARTA mais linda de todas. Essa eu não quero rasgar, não quero queimar e nem quero deixar que as traças se alimentem de um pedacinho se quer.
Ler tudo aquilo foi para me dar conta de como sou um "garoto" afortunado. Não poderia ter tido pessoa mais especial ao meu lado, passar anos ao seu lado foi um presente divino.
O verdadeiro amor às vezes vem de palavras duras.
Muitas vezes esse amor é distante e nessas horas damos conta do quão grande ele é. O amor é como descrever Deus, onipresente, oniciente e onipotente.
Onde foi parar aquela mania de que as pessoas tinham de mandar bilhetes a todo momento?

As mensagens virtuais não poderão causar o impacto que aquele pedaço de papel sem o corretor automático faz.
A CARTA diz tudo, e nunca mais precisarei ouvir de sua boca o que tão sinceramente foi colocado alí.

Ouvindo: Jota Quest -Cartas de amor
http://www.youtube.com/watch?v=1chXvm7v_gs

NXZero - Cartas pra você
http://www.youtube.com/watch?v=krNyV3GVk6s&feature=fvst

quinta-feira, 25 de junho de 2009

"I WRITE SINS NOT TRAGEDIES"

Apreciava muito essa música, sempre gostei do clipe, da voz do cantor, da letra e também da melodia. Ontem recebi a indicação de um amigo que essa música era interessante e tentei repassar para outros amigos também. Um já tinha ouvido porque eu já havia enviado o link para ele há um mês atrás e o outro nunca ouviu e não gostou.
Aos 2:07 de música surge o primeiro "again" em uma nota bem alta, a parte que mais me "excito".
Seria ótimo se escrevêssemos apenas nossos pecados e não as tragédias. Mas alguém teria coragem? Muitos já tiveram, mas suas obras foram reconhecidas depois de mortos. Bom, acho que é um certo ritual venerar quem está a sete palmos. Daí todos viram "lendas", celebridades, escritores favoritos e ícones da literatura inglesa, francesa....
Se eu resolvesse escrever meus "pecados" aqui, tenho certeza que a "audiência" de meu blog aumentaria em pelo menos 500 vezes, até por que não há um grande número de leitores mesmo. E não é o propósito também.
"Você é do contra mesmo!" diz minha mãe, se assim for, será que eu não deveria escrever meus "sins" ao invés de escrever minhas "tragedies"?
Ao pensar nesse ponto, resolvi ler novamente alguns dos meus textos e procurar vestígios de algo que possa me remeter à palavra "tragedy", felizmente não encontrei, acho que encaro a tristeza mais profunda como um aprendizado. Dessa forma concluo que meus "sins" não serão os responsáveis pelo aumento de audiência do meu blog.
Escrever nunca foi tão bom quanto hoje. Quantos estão lendo, quantos irão ler e até quando escreverei eu não tenho idéia. Pode ser que um dia eu escreva um texto cujo título seja "There you go, one of my sins".


Texto dedicado não aos milhares de leitores, mas aos que lêem e discutem comigo sobre cada textículo.

Ouvindo: Panic at the disco - I write sins not tragedies
http://www.youtube.com/watch?v=UIebzvZTFus

terça-feira, 23 de junho de 2009

PRIMOGÊNITO -PARTE 2



O Clifford não foi o primeiro "cachorro" que tive.
Tive a menina, o menino, o Fred, o Duke, a Xuxa, a Sofia, a Bella, a Alice e alguns outros que não me lembro agora. Ainda tenho a Cher e o Sonny (muito amados por sinal).
Mas o Cliff, não dá para expressar. Já contei do dia que acordei e ele estava com a cabeça no travesseiro olhando para mim né? Já! E do dia que ele foi pego enrolado no lençol quase morto? Mais uma de suas travessuras.
Na semana anterior a passada ele estava em uma clínica e quando o visitei ele quase não se mexia, mas deu para ver que depois de alguns minutos conversando com ele, seu rabo se balançou em demonstração de alegria. Semana passada foi uma das piores nos últimos tempos pois ele não reagia ao tratamento. Quando o visitei na quarta, apesar de ter muita fé, eu posso dizer que minha esperança de voltar a correr com ele se esgotou. Ele parecia um daqueles cachorros dos simpsons, mas bem menor e mais magro. Seu olhar já era de despedida e eu saí de lá fazendo piada sobre outros assuntos com sua dona atual e minha boa e velha "mãe" curitibana, tudo para evitar chorar de desespero.
Sexta-feira que não era 13, foi como um filme de terror. Me ligaram de manhã dizendo que iriam sacrificá-lo por que ele havia piorado e não tinham mais o que fazer. Não queria desistir dele, mas não era uma decisão apenas minha. Deixei a nova família decidir juntamente com o veterinário. Resolvi não ir até a clínica para não ter uma imagem ruim dele. Sem movimentos e sem mexer os olhinhos, não era esse o Clifford que eu conhecia.
Durante o dia não chorei e não fiquei extremamente abatido, a "ficha caiu" mesmo quando fui tomar banho no fim do dia e me lembrei que não mais o veria. O banho foi longo, as lágrimas cairam todas de uma vez e "o novo" veio à tona.
O meu pequeno marrom que cresceu mais do que o prometido ao comprá-lo se foi, um laço que ele parecia manter ainda com coisas do passado, parece ter sido levado junto. Agora resta torcer para que exista um mundo celestial para os cães, de preferência com televisão, como dizia um amigo muito querido que os cães têm um sistema de televisão que só eles têm acesso. rs
Clifford o cachorrinho muda de mundo, deixando eu para trás, acho que ainda tenho algumas coisas par viver e um dia encontro ele no ceú. Ou não.
Sem drama, sigo minha vida guardando as boas memórias do meu pentelho, e saudades de quem fez muito bem para mim.

Ouvindo: Cd Norah Jones - Come away with me

A MESMA HISTÓRIA

Como será que o Verissimo organiza seus textos para não repetir as mesmas idéias? Foi o que fiquei pensando por alguns dias.
Minha vontade é de escrever apenas sobre o novo. O novo amigo, o novo restaurante, o novo sentimento, a nova emoção, o novo lado do vento... ah sim, o vento que parece estar voltando, ou vindo pela primeira vez. Enfim, a minha insistência é no novo estado de espírito de cada dia.
Semana passada um amigo passou uma semana em Curitiba, e como não posso me ausentar da empresa, fazia companhia para ele durante as noites indo a restaurantes, casas de amigos e bares.
Ele é prova de como o novo é rápido, ele com certeza terá essa semana marcada pelo resto de sua vida. Fico feliz de ter feito parte de uma pequena parcela dessa nova fase que ele se encontra.
Eu insisto em dizer que não tenho medo de quase nada, e garanto ser verdade.
A morte por exemplo, é algo libertador, vamos dessa para uma melhor, uma pior, ou simplesmente não vamos para lugar algum. Não há motivos para me preocupar.
Eu temia o câncer, mas acredito que essas coisas só acontecem com aqueles que precisam ensinar algo para alguém. Através do sofrimento de um, outros poderão criar a coragem para mudar, melhorar ou aceitar.
O novo me assusta? Bem, ele se encaixaria nas coisas que posso temer sim. Como vou enfrentar algo que nunca passei antes?
O jeito é continuar de pé, cair, apoiar as mãos raladas no chão, dar um grito de guerra e lutar novamente.
Escrevei muitos textos novos, com velho tema "O novo", mas com certeza será um algo novo, ou um novo algo?

Cya!

Ouvindo: Cd inteiro do Jack Johnson - In between dreams

AFASTADO

Alguns dias longe do blog e sinto que algo estava faltando. É uma sensação boa poder colocar aqui um pouco do tudo que se passa nessa cabeça e nesse coração.
Os textos continuam sendo escritos em papéis encontrados pela casa e no escritório mas não sei se serão publicados, e tenho medo de não achá-los depois.
Meu tempo anda curto, como diz um amigo "ser feliz consome todo o meu tempo", e não ter nem tempo para o blog, não tem sido tão ruim assim.
Hoje não poderia passar em branco esse "click" que me ocorreu hoje.

Ouvindo: Legião Urbana - Indios

quarta-feira, 17 de junho de 2009

UMA TRIBO DESCONHECIDA

O sentimento foi novo, a emoção foi apavorante e se ainda voltarei lá é um mistério!

domingo, 14 de junho de 2009

QUANDO EU CRESCER

Quando eu crescer eu quero ser maduro
Quero saber como agir em cada situação delicada
Farei tudo da forma que uma pessoa responsável faria
Irei apenas ao cinema, teatro, igreja e trabalhos voluntários
Comerei apenas coisas saudáveis
Namorarei de mãos dadas e casarei
Ajudarei os idosos e cegos a atravessarem as ruas
Rezarei todas as manhãs, tardes e noites
Agradecerei por cada refeição
Viverei cada momento como se fosse o último
Enquanto esse dia não chegar...


Ouvindo: Lady Gaga - Just dance

quinta-feira, 11 de junho de 2009

TOMATE SECO COM RÚCULA E 4 QUEIJOS

Todas as vezes que eu pedia pizza o sabor era sempre o mesmo, canadense e pepperone, porém dessa vez resolvi mudar o hábito e pedi sabores novos, tomate seco com rúcula, 4 queijos e prestígio.
Na hora não foi intencional, apenas uma mudança causada pela presença de vegetarianos, e nunca fui do tipo que pensa apenas em sí próprio.
A nova experiência foi ótima, o sabor da pizza foi aprovada por mim, e o almoço de hoje não poderia ser outro mas sim a pizza de ontem.
Esse acontecimento me lembrou de uma cena de uns 17 anos atrás quando um de meus irmãos costumava comer tomate com açúcar, e a minha expressão não poderia ser outra senão a de nojo. No fim das contas, eu acabei provando o famoso tomate doce do meu irmão e hoje sou um fã da mistura um tanto quanto estranha.
Sem saber como terminar este texto, comecei a olhar por voltar do quarto e lá estava ele me encarando, o tomate da embalagem do sanduíche do Subway, que por sinal teve tomates também.

Bom, agora assistirei aquele drama sobre uma velha senhora que conta a história de uma parente, que teve que lidar com a morte do irmão e o preconceito de uma cidade aos negros. Já assistiu? caso queira alugar o filme se chama "Tomates verdes fritos".

Ouvindo: Ed Motta - Fora Da Lei

quarta-feira, 10 de junho de 2009

BRINCADEIRA NA BALADA

Episódio rodado em um sábado frio e escuro, baladinha de sempre, e as mesmas loucas que me acompanham nas últimas semanas.

Dançar me faz feliz, mas naquela noite o dj resolveu me irritar e colocou uma sequência de músicas que me dispersaram do clima que me encontrava. Olhei ao meu lado e lá estava ela, Alice Cullen, e do ouro lado havia o Emmet Cullen. Resolvi achar personagens de filmes e seriados, já tinha feito isso com a Thayz em um domingo. É divertido, não precisa interagir com ninguém e no meio dessa brincadeira surge até um Bozo, Elke Maravilha, Edson Cordeiro sempre tem vários.
Não parei de dançar, as pernas continuavam se movimentando e os braços também. Eu apenas entrei em um transe que não podia ser tirado por nada. Acredito que meu cérebro tem criado uma defesa contra tudo negativo.
Ainda dou risada quando lembro da minha piração da noite. Se foi boa? Foi ótima, nada tem sido tão bom quanto sair de casa com pessoas do bem, ficar na balada com elas e ir embora com o mesmo humor- na verdade um humor muito melhor.
Outra noite minha criatividade estava menos aflorada, restou ficar na frente da caixa de som, fechar os olhos e dançar sem parar até sem chamado pelos amigos para ir para casa. Mais uma please!!!!! Daí sim, casa!

Viva as pirações!


Ouvindo: Marisa Monte e Ed Motta - Ainda lembro

segunda-feira, 8 de junho de 2009

PRIMOGÊNITO


Depois do Clifford outros vieram, mas o primogênito será sempre O filho!
Alguns dias atrás eu tinha dito para uma amiga que queria visitá-lo, faz meses que não o vejo.
O Marley e o Clifford estão no mesmo nível de aprontar as piores na vida de uma família, ele
destruiu uma cama de casal inteira dos lados, roeu minha primeira e até então nova estante, deixou suas marcas nas cadeiras e até mesmo na sandália da Paula, meu bonsai que depois de conhecer o Cliff não existiu mais e outros ficaram com a marca daquele pequeno marrom.
Domingo fiquei sabendo que ele não estava muito bem, mas nada sério, apenas cabisbaixo. Hoje ao levarem ele ao veterinário, acharam melhor interná-lo.
Fui até a clínica e lá estava ele, dentro daquela jaula que parecia ser menor que ele. Seus olhos eram pequenos e ele não se mexia. A vontade de chorar foi incontrolável, e as lágrimas cairam escondidas enquanto falava com ele bem baixinho.
O dia que ele veio para minha casa foi um dois mais felizes, parecia que um parto tinha acontecido mesmo naquela casa. Um recém nascido em um lar cheio de amor para ele ser mimado e o mandão da casa.
Dormia na cama, no meio das minhas pernas e debaixo das cobertas. O dia que acordei com ele no travesseiro deitado como gente e olhando para mim foi a cena mais linda que tive com ele.
Quem disse que daschund pode viver em apartamento certamente não se referia ao Clifford. Seus novos donos disseram nunca terem visto ele dormir. Nem o jardim gigante que ele tem agora, foi o suficiente para cansar o bichinho.
Cliff teve um beagle que também foi "expulso" de casa por que era hiperativo, mas ele com certeza aprendeu a lição com o Clifford. Alguns meses de convivência com Cliff, e o Bidu foi encontrado sem vida na cerca da casa. Teria sido suicídio? Mesmo sendo amável o Cliff sabe ser chato, e que chato de classe ele é!

Amo incondicionalmente esse pequeno.



Ouvindo: Blessed - Elton John



domingo, 7 de junho de 2009

LET IT RAIN

Foram muitos sentimentos diferentes, medos que nunca tive antes, coragem de fontes desconhecidas, vontades novas...
Não esperava aquela chuva. Era fria e forte. No começo eu me irritei um pouco, mas depois fiz como nos filmes, fechei meus olhos enquanto andava bem devagar e comecei a cantar, como a chuva era forte e estava tarde eu caminhava praticamente sozinho pelas 4 quadras a caminho de casa. Senti uma vontade imensa de sentar na calçada e ficar alí, parado e de olhos fechados.
Começei a gritar de alegria, uma alegria vinda pelo fato de poder curtir aquele momento sabendo que depois eu chegaria em casa e encontraria um banho quente e meus filhotes para me lamberem por estar com eles.
Os gritos vieram com tanta naturalidade que eu até me assusto agora. Foi o tipo de coisa que se faz quando se está bêbado ou junto com os amigos. De qualquer forma foi no quentinho da minha cama, na preguiça desse domingo que eu senti falta dessa chuva e de estar dentro dela.

Gritando eu já não sei!

Ouvindo: Jota quest - Vem Andar Comigo
http://www.youtube.com/watch?v=qZwxvzB_id4

sexta-feira, 5 de junho de 2009

FUZZY

Lembro do dia que assisti um episódio de Sex and The city e Carry estava na cama com Big, seu eterno amor incompreendido. Enfim, ele falou uma sequência de palavras que até para um viciado em seriados e fã do inglês, foi difícil entender.
Fuzzy entre outras era a palavra.
Há algumas semanas tenho ouvido rádio todos os dias. Como uma criança, não paro de mudar de estação diversas vezes e algumas tantas pego a mesma música que estava ouvindo em uma rádio tocando em outra. Disturbia - Rihana, Halo - Beyonce e Miles away - Madonna.

"I just woke up from a fuzzy dream ..." Eis a palavra que ouvi há mais de um ano atrás.
Fui procurar seu significado e acabei prestando atenção na letra, um tanto quanto ideal para a fase que me encontrava.
Madonna foi feliz ao cantar essa música. Realmente estamos ou somos o nosso melhor quando estamos "miles away" de alguém.
Ela me trazia recordações negativas, coisas e pessoas que não me agradam ao lembrar, por outro lado ela vem me mostrar como realmente "...we're at our best miles away..." de alguém ou de algo.
Ontem eu recebi um vídeo que provavelmente fará parte do DVD LIVE da turnê que Madonna fez no Brasil. Parece que um carinha lá de boné preto, gritando e levantando as mãos sou eu =)
Se isso for verdade, acho que será a hora de comprar meu primeiro item da diva de tantos.
Entre tantos desentendimentos e "amizades" quebradas surge mais uma paixão na minha vida?

Ouvindo: Madonna - Miles away

LADO DE LADO

Medo? Que palavra é essa? Seria algo para nos alertar de algum perigo?
Uma criança não chega perto do forno quente pois já foi alertada algumas vezes de que pode se queimar. Mas o que fazer quando ninguém nos avisa do perigo? E se esse perigo parecer ser a melhor coisa que pode acontecer nos últimos meses?
Todos entendem quando existe uma situação de perigo, certo?
Sendo assim, se torna difícil entender por quê algumas pessoas ainda "quebram a cara" quando poderiam estar "tranquilas" e afastadas do perigo.
Não consigo pensar em tranquilidade nessa fase de minha vida.
Prefiro o picante sabor do perigo ao doce sabor da tranquilidade.
O que me reserva eu não sei, e sinceramente não estou interessado em saber. Digamos que meu lado libriano está jogado de lado, a mania de refletir sobre tudo está congelada junto com o frio de Curitiba e finalmente pensar no que vai acontecer está fora de cogitação.


Ouvindo: BoA - I did it for love

quinta-feira, 4 de junho de 2009

UM BEIJO E SUA MELHOR FORMA

Um beijo pode ser pedido
Roubado é melhor dado
Um beijo pode der demorado
Pode ser esperado

BURACO DA CAMADA DE OZÔNIO

Depois de "volte pro mar oferenda", apenas mencionada aqui. Segue a mais nova... "saia da minha frente buraco da camada de ozônio.

terça-feira, 2 de junho de 2009

A RÃ ALBINA

Hoje no frio de cortar o rosto perto das 8 da manhã eu tentei imaginar a trasnformação de um sapo a um príncipe. Mas um sapo? Eu não usaria um sapo para demonstrar a mudança radical, talvez uma lesma.
Acho que uma lesma seria mais adequada para as mulheres, não sei a razão, mas me lembra alguma coisa relacionada a elas.
Quando eu tinha uns 14 anos, eu tinha uma rã albina de estimação. Lembro que eu soltava ela pelo quarto e ficava horas tentando achar a danada. Seu fim eu não me lembro, mas provavelmente minha mãe esteve envolvida em seu sumiço.
Pobre rã, ela era tão dócil e ficava paradinha em minha mão enquanto eu passava o dedo nas suas costas. Saudade daquela loja de animais exóticos, tiveram um cliente fiel.
Passarei o dia pensando em qual animal eu usaria para realizar essa metáfora com mais qualidade. O sapo ainda não me convenceu.


Ouvindo: You've Got A Friend - Carole King

segunda-feira, 1 de junho de 2009

HA HA HA

Você já experimentou dar boas gargalhadas em um lugar público? Aqueles que todos em um raio de 10 metros podem escutar?
Há cinco minutos eu estava reparando duas mulheres sentadas bem longe uma da outra e suas expressões me fizeram lembrar de uma cena, tudo por que uma estava com ar de feliz - quase sorrindo, enquanto a outra estava com um ar de amargurada - fazendo bico como diria minha mãe.
Bom, essa situação toda me fez lembrar um dia que nunca mais irei esquecer. Uma colega de trabalho e eu estávamos em um banco próximo ao nosso trabalho e a fila estava imensa, aproximadamente umas 30 pessoas.
Eu estava com minha primeira digital 5.0 megapixels e mostrava algumas fotos que eu havia tirado naqueles momentos de bobeira, comum por sinal vindo de mim.
Estávamos nos divertindo bastante com as fotos até o momento que fomos pegos de surpresa com uma face no meio de nossos ombros. Um homem estava apreciando as fotos também. Mas espere aí! E se fosse fotos minhas pelado? Ai ai ai
Foi uma situação muito constrangedora, mas ao mesmo tempo mais que engraçada, foi hilária. Nos olhamos e não teve jeito, caímos na risada e as lágrimas escorriam em parceria com a dor na barriga.
Ha ha ha, era só o que conseguíamos fazer. Após enxugarmos as lágrimas e tentarmos respirar um pouco, fomos pegos em outra situação, dessa vez uma da estranhas. Todos da fila estavam nos olhando zangados. Isso mesmo, aquelas faces demôniacas (exagero à frase) nos encarando em desaprovação pos nossas risadas.
Algumas pessoas estavam rosnando alguma coisa que não entendíamos. Por que risadas incomodam tanto?


Ha ha ha te incomoda também?


Ouvindo uma música que por acaso tem Ha ha ha: The Pussycat Dolls - When I Grow Up

ALEGRIA, AUDÁCIA E BONDADE... A VERGONHA TAMBÉM

Adorei ouvir aquelas mulheres homenageando Roberto Carlos, principalmente Hebe que sempre gostei e Marina Lima por um motivo especial. Fiquei imaginando se estariam assistindo e se a felicidade também tocava seus corações.
Lembranças vieram com tudo em meu coração, derrubando até as barreiras mais pesadas que tenho criado em minha cabeça. Mas tudo bem, tenho me preparado para isso, tenho usado todas as armas que posso dia após dia.
Termino a noite com vergonha, lágrimas de tanta risada e bochechas doloridas. Sei que amanhã será um dia tão feliz quanto o de hoje, onde tive a chance de conversar com os melhores amigos, e dormir 12 horas após uma boa dança com duas meninas especiais. Não posso esquecer que a alegria de uma amiga me deu esperança para problemas ainda não resolvidos. Que a audácia de outra amiga me mostrou que algumas atitudes por mais estranhas que aparentem ser, ainda são necessárias. A bondade do coração de outra, me mostrou que ser bom e compreender as pessoas é a chave para termos paz.
Que o rosto de vergonha, ainda demonstra a inocência que um homem de 26 anos ainda tem em seu coração.

Hoje escuto apenas o barulhinho do CPU.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

CLIMINHA

Eu sempre gostei desse clima frio. Um clima em que a chuva avisa que está vindo, mas vindo com leveza.
Mas hoje? Parecia que eu estava em um lindo sonho e acordei com vontade de não levantar, aquele forte desejo de ficar na cama e não pensar no dia corrido que teria.
Não era preguiça, nem cansaço, apenas um dia pedindo para eu fugir das obrigações, mas as tarefas estavam esperando por mim.
Calça formal, sapato com detalhe prateado- estranho falando, mas é discreto, camisa preta com listras brancas, blusa de lã e uma jaqueta para proteger a garganta que insiste em incomodar.
Tudo era preto, estaria eu indo a algum funeral?
Foi o que estava mais fácil de passar, vestir e economizar tempo. Pois para variar, eu já estava em cima da hora.
Fui almoçar depois de algumas horas de treinamento mas não estava com fome, bebi um suco de cana de açúcar, limão e gengibre, e para acompanhar e não maltratar o meu estômago, peguei um salgado pequeno e assado.
Aquele clima estava bucólico, as músicas do rádio se juntaram para torná-lo ainda mais... qual é a palavra mesmo? Intragável! Era isso que ele parecia estar! Quero o campo!
Recebi algumas mensagens de amigos que me animaram, me mandando tomar no c*. Primeiramente não entendi nada, mas daí lembrei do meu texto e logo caí na risada. Em seguida entra a Paula no restinho do meu almoço e termina de abastecer o meu "tanque". Seríamos bobos? Sim!
O dia termina iluminado mesmo nessa escuridão da noite. Quente mesmo nesse ar gelado que sobe do chão. Feliz mesmo nessa tristeza existente.


Cya!


Ouvindo: Pedro Mariano - Livre pra viver

OVO NOS OVOS 2 - COMÉDIA

Amigo é assim, semanas depois que você escreve um texto que ele foi um dos protagonistas, ele resolve ler.
Hoje no almoço enquanto eu tentava escrever um texto, a Paula começou bater papo no msn e a falar do texto que escrevi de madrugada. Papo vai, papo vem, e entre as suas "kakakakak" ela confessa que leu o texto, aquele texto que me persegue.
Abaixo está a prova de que como "pimenta do cú dos outros é resfresco no nosso".

By Paula e Guitto

...
Paula =) diz:
vai tomar no cú
Paula =) diz:
haiuhaiuhaaihiauhaiuh
Guitto diz:
akakakak
Guitto diz:
gostou???
Paula =) diz:
rachei de rir, de novo
Paula =) diz:
to lendo o dos ovos agora
Paula =) diz:
n tinha rido
Paula =) diz:
não tinha lido
Paula =) diz:
meu Deus
Paula =) diz:
n me faça rir tanto
Paula =) diz:
k
Guitto diz:
kakakak
Guitto diz:
que bom que vc sempre ri comigo!
Paula =) diz:
to rindo mto
Guitto diz:
kakakak
Paula =) diz:
fico lembrando da cena
Paula =) diz:
kkk
Guitto diz:
não tem nada engraçado!


Está rindo também?
Não tem nada engraçado! :/

Cya!

Ouvindo: Five for Fighting - Superman
http://www.youtube.com/watch?v=84b949k8HCw

Seguidores